Aqui ninguém corre atrás de horas no último semestre. O mundo entra no currículo desde o primeiro
Atividades de ensino com conteúdo além da Mont, escolhidas pelo próprio aluno a cada semestre: outras vozes, outros olhares e outros pontos de vista sobre os temas que ele está vivendo em sala
Tudo o que o mercado oferece a qualquer pessoa curiosa, agora com propósito
Atividades complementares são aprendizado que acontece fora da Mont: congressos, feiras, estágios de férias, visitas técnicas, reuniões executivas, competições. Nada disso é exclusivo de faculdade, está disponível no mercado para qualquer aluno. O que a Mont acrescenta é a intenção: cada atividade dialoga com o eixo que o semestre está discutindo com professores e coorte, e mostra como o mercado é dinâmico, com opiniões e pontos de vista que nem sempre cabem em uma sala de aula
Obrigação acumulada no fim, não. Hábito construído semestre a semestre, sim
Na faculdade tradicional, as atividades complementares viram uma corrida por certificados perto da formatura. Na Mont, elas são pílulas semestrais: o aluno identifica por conta própria o que quer viver, cumpre pelo menos 12 horas a cada semestre e traz o que viu de volta para a coorte
Como funciona na Mont
- O aluno identifica e escolhe a atividade por conta própria: autonomia é parte do aprendizado
- Pelo menos 12 horas por semestre, do primeiro ao último, sem acúmulo no fim
- Conectada ao eixo do semestre, para ver o mesmo tema por outros olhares
- Com registro e validação formais, e a experiência compartilhada com a coorte
Como funciona no modelo tradicional
- Horas exigidas em bloco, geralmente às vésperas da formatura
- Corrida por certificado, não por aprendizado
- Atividades sem conexão com o que está sendo estudado
- Cumprida a carga, o hábito morre no dia da colação
O tema do semestre, visto de fora da sala
Alguns exemplos do tipo de conexão que esperamos que cada aluno construa. O céu é o limite
Semestre discutindo blockchain
Visitar uma empresa cuja logística é controlada com essa metodologia e ver a tecnologia operando de verdade, longe do slide
Semestre de internacionalização
Na viagem de férias com a família, dedicar algumas horas a uma conversa com um executivo que importa produtos brasileiros naquele país
Semestre de captação
Assistir ao demo day de uma aceleradora do ecossistema de BH e comparar os pitches reais com o que a coorte está construindo
Semestre de governança
Acompanhar um congresso de governança ou uma assembleia aberta e ouvir como conselheiros de verdade divergem entre si
Fundador e líder se fazem de perspectivas, não só de conteúdo
O mercado discorda da sala, e isso é ótimo
Ver o mesmo tema tratado por quem opera, compra, vende e erra no mundo real ensina algo que nenhum professor sozinho consegue: a conviver com pontos de vista diferentes antes de decidir
Quem escolhe aprende a escolher
Identificar a atividade certa, negociar o acesso e extrair valor dela é exatamente o músculo que um futuro fundador ou líder vai usar a vida inteira, em negócios novos ou consolidados
Lifelong learning de verdade
Feitas em pequenas pílulas semestrais, essas atividades viram rotina. E quando aprender fora vira rotina, o desenvolvimento contínuo deixa de ser conceito de palestra e vira parte natural da vida
Instituições novas precisam de quem enxerga longe. Instituições consolidadas precisam de quem enxerga diferente. As duas coisas se treinam do lado de fora da sala
